Sabe-se que um dos princípios fundamentais do Código de Ética da/o Assistente Social é o “empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças” (TERRA, 2012, p. 128). Aprofundando a análise dos pressupostos desse princípio, Barroco (2012) sustenta que o trabalho profissional “[...] não está imune aos apelos moralistas e preconceituosos que rondam o imaginário social” (2012, p. 73), levantando alguns elementos que contribuem para isso. Pode-se dizer, a partir da discussão feita pela autora, que um desses elementos se deve ao fato de que a questão social é atravessada por desigualdades de gênero/sexo, raça e etnia, por exemplo. Mas, deve-se também justamente ao espaço no qual os preconceitos são (re)produzidos e a profissão se move, sendo ainda o espaço que, se tomado como objeto de crítica, pode ser fundamental no combate às práticas preconceituosas. Este espaço é
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