Paciente de 65 anos, diabético e hipertenso, é submetido à cirurgia de revascularização de membro inferior esquerdo por isquemia crítica em pé. Poucos dias depois, apresenta isquemia e infecção do pé e necessita realizar amputação deste. No 4º dia de pós-operatório, evolui com queixa de cefaleia, disfagia e rigidez de nuca. Foi diagnosticado com tétano, sendo transferido para uma unidade de terapia intensiva (UTI).
Na UTI, é iniciado protocolo com abordagem da ferida operatória, administração de imunoglobulina e antibiótico, porém evoluiu com espasmos e necessidade de traqueostomia de urgência e ventilação mecânica 24 horas após a admissão. A doença progride rapidamente, sendo necessário sedação com diazepam em intervalos mais curtos, além de clorpromazina. No quarto dia de internamento na UTI, apresenta taquicardia, oscilação importante da pressão arterial e sudorese. É diagnosticado com disautonomia pelo tétano.
Nessa situação, qual conduta deve ser tomada?