Sobre os procedimentos realizados no suporte avançado da vida durante a reanimação cardiopulmonar, é correto afirmar:
Quando indicada, a desfibrilação elétrica deve ser repetida a cada dois ciclos de 2 minutos, com incrementos de 50% na carga até o limite máximo de 20 Joules/kg.
Quando indicadas, as terapias vasoconstritoras com noradrenalina e vagolítica com atropina devem ser administradas ao final de cada ciclo de 2 minutos pelas vias intravenosa, intraóssea ou intratraqueal.
Da mesma forma que o traçado eletrocardiográfico, a ETCO2 é bastante sensível a artefatos de movimentação durante a massagem cardíaca externa e pode não ser consistente com o fluxo sanguíneo tecidual, por isso ela deve ser avaliada unicamente durante os momentos em que não é realizada a massagem cardíaca externa.
Pacientes em parada cardiorrespiratória devem receber bicarbonato de sódio (5 mEq/kg) dentro dos primeiros 5 minutos, mesmo na ausência de hemograsometria, uma vez que a hipoperfusão leva a acidose metabólica, que provoca depressão do miocárdio e diminui a chance de volta da circulação espontânea.
A fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso são ritmos nos quais a desfibrilação elétrica está indicada.
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