Uma mulher com trinta e dois anos de idade, casada, obesa, hirsuta, sem filhos e portadora da síndrome de anovulação crônica, buscou orientação médica contraceptiva. A paciente também apresentava ciclos oligomenorreicos, porém com fluxo intenso. Ela informou que desejava muito ter um filho, mas que se sentia velha demais para a gestação.
Nesse caso clínico,
a estratégia terapêutica farmacológica e não farmacológica deve considerar que a condição clínica da paciente é de risco para hiperplasia endometrial, doença cardiovascular e diabetes melito do tipo II.