Uma paciente de 45 anos de idade, não etilista e não tabagista, sem antecedentes familiares para neoplasia maligna, foi à consulta, com queixa de odinofagia e disfagia, há cerca de dois meses, e aparecimento de nódulo no pescoço há um mês, de crescimento progressivo. Ao exame clínico, foram observados, na orofaringoscopia: ausência de trismo; e lesão ulceroinfiltrativa de tonsila palatina direita que a compromete totalmente, poupando os pilares tonsilares e não se estendendo para a base da língua. Laringoscopia sem alterações. No pescoço, palpou-se um linfonodo no nível IIA direito, com 3 cm, endurecido, móvel e indolor. A biópsia da lesão mostrou tratar-se de carcinoma epidermoide pouco diferenciado.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que, para o estadiamento adequado, a conduta indicada é