Um professor de Geografia está preparando uma aula
sobre desigualdades globais e decide revisitar a
tradicional regionalização entre “países desenvolvidos”
e “subdesenvolvidos”, muito utilizada na segunda
metade do século XX. Ao apresentar o mapa histórico
de 1950, os alunos questionam por que essa
classificação tem sido revista por organismos
internacionais, como a ONU. Com base nessa situação,
a crítica contemporânea a essa forma de regionalização
decorre pelo fato de que: