Homem, 84a, acamado e institucionalizado por doença de Alzheimer, é trazido ao ambulatório com quadro de disfagia e emagrecimento há um ano. Traz endoscopia digestiva alta que mostra estenose concêntrica do esôfago distal que não permite a passagem do aparelho. Biópsias realizadas na área da estenose não mostram sinais de neoplasia maligna. A hipótese diagnóstica foi estenose péptica de esôfago. O tratamento da estenose deve ser: