Os supervisores de um sistema de ensino municipal paulista organizaram encontros entre as equipes gestoras de todas as escolas públicas que supervisionam, para a realização de leituras, reflexões e debates a respeito da concepções de “cultura escolar” e de “clima organizacional” da escola, buscando analisar/avaliar a cultura e o clima vivenciados nas escolas, bem como propor seu desenvolvimento para que fossem coerentes com a busca da escola de atingir suas finalidades e objetivos, no contexto democrático, numa visão sociocrítica. Com esse propósito, apoiaram-se nos textos: Giancaterino (2010, capítulo III) e Libâneo; Oliveira e Toschi (2010, capítulo II da 4a Parte), e realizaram os encontros.
Esses gestores escolares do município, com apoio nesses autores, vivenciando as atividades, concluíram que os valores, as normas, os símbolos e as práticas da cultura organizacional de cada escola pública, ao mesmo tempo que expressam sua identidade própria, devem renovar-se criticamente de modo a gerar, em todas elas, um clima de