No Brasil, os estudos epidemiológicos demonstram que há referência de que a cada 650 crianças nascidas, uma é portadora de fissura labiopalatina. As causas envolvem fatores genéticos e ambientais que podem atuar isoladas ou em associação (Fundação Oswaldo Cruz; Ministério da Saúde, 2010). A face humana é a consequência do crescimento e união de dois processos, o processo maxilar e mandibular e um processo frontonasal. As fissuras labiopalatinas são uma das mais frequentes anomalias congênitas orofaciais. Essas malformações acometem o terço médio da face, sendo ocasionadas pela não fusão dos ossos maxilares, durante a vida intra-uterina.
De acordo com o texto acima descrito e as estruturas afetadas, as fissuras recebem uma classificação. A fissura que envolve total e simultaneamente o palato primário e o palato secundário, estendendo-se desde o lábio até a úvula, atravessando o rebordo alveolar. Qual o tipo de fissura descrita?
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