Quanto às opções diagnósticas e terapêuticas nos portadores de insuficiência valvar aórtica (IAo), é correto afirmar que
as evidências mostram que a medida dos volumes ventriculares é melhor indicador de oportunidade cirúrgica do que os sintomas, pois a cardiomegalia induzida pela lesão valvar é quase completamente irreversível
se deve indicar cateterismo cardíaco como parte da rotina pré-operatória a todos os pacientes, mesmo que a ecocardiografia revele ausência de assimetrias da contratilidade regional do ventrículo esquerdo.
de todos os dados ecocardiográficos, os que mais especificamente indicam gravidade são a velocidade máxima do fluxo maior do que 0,6 cm/s e a área valvar maior do que 2,5 cm², com diâmetro da aorta ascendente maior do que 4 cm².
não há, atualmente, evidências definitivas que suportem a indicação de vasodilatadores cronicamente, de rotina, para pacientes assintomáticos com IAo crônica, a menos que esses pacientes sejam hipertensos.
o tratamento cirúrgico da IAo, exceto em pacientes com acentuada redução da função ventricular esquerda, leva a um aumento da fração de ejeção e da sobrevida da maioria dos pacientes, sem progressão da insuficiência cardíaca.
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