Moreira (2012) relata a seguinte realidade sobre o processo de trabalho de um trabalhador chamado Dimas:
Dimas trabalha na Elite Pesca Ltda há cinco anos com um contrato temporário renovado a cada seis meses. Atua na esteira de produção e nunca tirou férias porque, além do receio de perder o emprego, disseram-lhe que ele não tem esse direito. Ele recebe ao final do mês exatamente dois salários mínimos. Mais ou menos um trinta avos de seu salário, Dimas “vê-sem-enxergar”.... Certamente até o meio-dia ele já produziu um montante muito superior àquilo que recebe como “recompensa” mensal. Porém, ele ainda precisa voltar depois do almoço para continuar a trabalhar.
No texto acima é possível confirmar a existência de um processo de trabalho: