Um pai, depois de perder seu filho há menos de uma semana, após um período de hospitalização, retorna ao hospital e procura o Serviço de Psicologia solicitando um encaminhamento para atendimento de sua esposa. Relata a sua preocupação com o comportamento desta pois, apesar deste ter retirado fotos e brinquedos do filho para que a mulher não sofresse, ela não consegue se recuperar e cuidar dos outros filhos permanecendo chorosa e agarrada aos pertences do filho perdido. Considerando este relato e de acordo com Freud, a intervenção do Psicólogo neste caso deve necessariamente estar fundamentada na concepção de luto que postula: