No âmbito da fisioterapia intensiva, a bioética
emerge como eixo estruturante do agir profissional,
demandando decisões clínicas que equilibrem
beneficência, não maleficência, autonomia e justiça
distributiva. Beauchamp & Childress (2019) enfatizam
que dilemas éticos se intensificam quando a sobrevida
se contrapõe à qualidade funcional, como no
prolongamento de suporte ventilatório em pacientes
sem prognóstico favorável. Nesse sentido, qual
proposição reflete com maior rigor o cerne bioético que
deve nortear a intervenção fisioterapêutica nesse
contexto crítico?