Homem de 23 anos é avaliado em consulta de rotina. A mãe do paciente está preocupada com seu comportamento na escola. Desde os 6 anos de idade, o paciente tem dificuldade em interagir com as pessoas e exibe vários comportamentos incomuns e repetitivos, incluindo bater o garfo três vezes a cada mordida. Ele se saiu bem nos testes de aptidão, mas teve dificuldades em atividades em sala de aula que exigem trabalho com outros alunos. Ele não tem amigos, e seus pais acham difícil conversar com ele. Ao exame físico: o paciente fala muito pouco e, em geral, responde perguntas com “sim” ou “não”; não há evidência de pensamento desordenado.
A principal hipótese diagnóstica é transtorno