O satélite Japonês GOSAT, lançado em 23 de janeiro de 2009, é capaz de medir a fluorescência da clorofila em comprimentos de onda entre 755 e 772 nm, quando induzida pela radiação solar. Este satélite é, portanto, potencialmente útil para o entendimento do funcionamento da vegetação a partir de sua interação com a radiação solar, já que a fluorescência da clorofila é diretamente relacionada com a atividade fotossintética (Frankenberg et al. 2011). Na Amazônia, Lee e colaboradores (2013) demonstraram uma correlação negativa significativa entre os valores de fluorescência obtidos pelo GOSAT (755 e 772 nm) e o déficit de pressão de vapor na atmosfera. Com base nessas evidências recentes, qual explicação seria mais plausível para explicar o padrão encontrado por Lee e colaboradores?