Considerando as proposições sobre o poema de Mário Quintana,
Seiscentos e sessenta e seis
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente...
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
I. O autor, nos três primeiros versos, faz referência, respectivamente, à infância, à adolescência e à velhice.
II. O eu-lírico revela que, se renascesse, viveria sem se preocupar com a passagem do tempo.
III. No texto, predominam verbos no presente do indicativo.
IV. Passando os verbos do 7º e do 8º verso para o futuro do presente, teremos “eu nem olharia o relógio / seguiria sempre em frente...” observamos que