A década de 1980 foi marcada por um movimento de democratização no Brasil e no exterior. Nessa época, o mundo começou a questionar o modelo de Estado intervencionista, no qual as decisões tomadas nas instituições eram centralizadoras e verticalizadas - inclusive na escola.
Nesse contexto, em 1988, o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública começou a empreender esforços para que fosse instituída uma gestão democrática do ensino público, que garantisse autonomia a cada instituição de ensino. Existia uma necessidade latente para que as escolas se adaptassem às novas realidades.
Como consequência, o projeto pedagógico foi instituído na Constituição de 1988. A partir de então, a realidade local de cada comunidade começou a fazer parte das considerações gerais a serem analisadas na definição das diretrizes de uma escola. Como consequência, em 1996: