Sobre as Tireoidites, associe as colunas relacionando o diagnóstico com seus respectivos achados clínico-patológicos.
Diagnóstico
(1) Tireoidite De Quervain
(2) Tireoidite linfocítica subaguda
(3) Tireoidite de Hashimoto
(4) Tireoidite de Riedel
Achados clínico-patológicos
( ) mais frequente em crianças e adolescentes, assemelha-se clinicamente à tireoidite de Hashimoto. Sofre resolução espontânea (tireoidite silenciosa) e tem aspecto histopatológico semelhante ao da tireoidite de Hashimoto, porém quadro clínico de hipertireoidismo, que habitualmente desaparece espontaneamente após alguns meses
( ) causa mais comum de hipotireoidismo primário em regiões em que os níveis de iodo na dieta são adequados. Mais comum em mulheres, entre 45-65 anos. Manifesta-se pela falência progressiva da função tireoidiana, embora possa haver inicialmente hipertireoidismo transitório. Associa-se a outras enfermidades endócrinas tais como diabetes mellitus, hipoparatireoidismo e anemia perniciosa
( ) mais comum em mulheres jovens, causada provavelmente por vírus ou surge após infecção viral, sobretudo das vias respiratórias. O início é agudo ou insidioso ocasionalmente, é assintomático. Manifestações locais incluem aumento do volume da tireoide e dor intensa na região cervical, que se irradia para o ângulo da mandíbula e região auricular e se exacerba com movimentação da cabeça, deglutição ou tosse. São comuns dor faríngea e odinofagia. Manifestações sistêmicas são febre, mal-estar e mialgia.
( ) faz parte da doença associada ao IgG4, é rara e mais comum em mulheres, clinicamente a substituição do parênquima tireoideano por tecido fibroso causa pequeno aumento da glândula, que se torna firme, mas não dolorosa. Fixação glandular às estruturas vizinhas pode simular neoplasia.
A sequência correta dessa classificação é: