Stokoe (1960) é considerado o pai da linguística das línguas de sinais por ter sido o primeiro a defender e
a demonstrar que os sinais realizados pelos surdos não deveriam ser pensados como “figuras
desenhadas no ar com as mãos”, mas sim como símbolos complexos e abstratos que podem ser
analisados em elementos menores. Com base em suas observações, Stokoe propõe que os sinais são
constituídos de três partes ou parâmetros independentes, a saber: