Nova York - 11 SEP 2 019 - 23:18 BRT
O Google era elogiado até recentemente como uma das grandes máquinas do poder econômico dos EUA. Agora, diante da escadaria da Suprema Corte em Washington, meia centena de procuradores gerais – todos, exceto os da Califórnia e Alabama – formalizaram o início de uma investigação antimonopólio da tecnológica de Mountain View pelo temor de que, com seu crescente domínio, esteja atentando contra os princípios do livre mercado. Outro grupo de procuradores anunciou na sexta-feira uma ação semelhante contra o Facebook.
O poder de mercado alcançado pelas grandes empresas de tecnologia é uma preocupação crescente que não faz distinção entre cores políticas. A ofensiva de vários Estados é liderada pelo procurador-geral do Texas, o republicano Ken Paxton. Já na convocatória foi apresentada como uma iniciativa "bipartite", focada no modo como a filial da Alphabet coleta dados e em como protege sua posição dominante.
O exame dará especial relevância ao poder do Google no mercado de publicidade eletrônica. Os procuradores presumem que o Google faz algo errado. Mas, para poder exigir algum tipo de solução, precisam antes determinar como viola as regras. Assim, Paxton fez uma citação aos funcionários da tecnologia Mountain View para que forneçam quaisquer evidências que demonstrem que houve um abuso de posição dominante.
Fonte: brasil.elpais.com (com adaptações)
Com base no texto 'Google', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que os procuradores norte-americanos já possuem indícios claros e irrefutáveis sobre como o Google viola as regras da ampla concorrência no mercado de publicidade eletrônica nos Estados Unidos.
II. De acordo com o texto, a ação dos procuradores gerais dos estados norte-americanos busca reforçar a hegemonia do Google enquanto maior provedor mundial de tecnologia em publicidade online.
Marque a alternativa CORRETA: