Precisamos da categoria de gênero (textual) para trabalhar com a língua em funcionamento com critérios dinâmicos, de natureza ao mesmo tempo social e linguística.
(MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: Configuração, dinamicidade e circulação. In: KARWOSKI,
Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim Siebeneicher (orgs.). Gêneros textuais:
Reflexões e ensino. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. p. 19.)
Os gêneros textuais não são superestruturas canônicas e deterministas, mas também não são amorfos e simplesmente determinados por pressões externas.
Os gêneros textuais são