Segundo Feigenbaum, houve cinco etapas na evolução do moderno controle da qualidade industrial, cada uma com duração de cerca de 20 anos, desde o estágio da idealização à realização.
A figura indicada a seguir mostra a evolução dessas etapas.

FIGURA - Evolução histórica da qualidade segundo Feigenbaum
Analise as seguintes afirmativas.
I. Controle da qualidade pelo operador – Inerente ao processo de fabricação pelo artesão. Nessa época, a imagem e reputação do artífice eram importantes.
II. Controle da qualidade pelo encarregado – A revolução industrial provocou alterações profundas nas técnicas de produção, estabelecendo-se maior controle sobre o trabalhador e produção em massa. Trabalhadores executando tarefas similares eram agrupados conjuntamente de forma que pudessem ser supervisionados. Com a crescente subdivisão de tarefas, o artífice afastou-se cada vez mais do produto final, perdendo o controle e a própria percepção da sua qualidade. Já não havia a mesma motivação e o mesmo compromisso com a qualidade existentes na fase anterior. A consecução da qualidade já não era mais uma questão de habilidade manual. A produção despersonalizou-se.
III. Controle da qualidade por inspeção – Por meio do autocontrole e da autoinspeção por parte de todos os trabalhadores e com a visão de que cada etapa é fornecedora da etapa seguinte, retorno das informações de imediato, possibilitando medidas corretivas também imediatas.
IV. Controle estatístico de processo – Uso das ferramentas da estatística para o controle da qualidade.
V. Controle da qualidade total – Originou-se no Japão. Diferencia-se das outras concepções principalmente por o controle iniciar-se na execução.
A partir dessa análise, pode-se concluir que estão CORRETAS