A parada cardiorespiratória (PCR) na gestação é um evento raro (1:30.000/1:20.000 gestações), porém catastrófico. A sobrevivência é baixa além de ser, comumente, associada a sequelas. As modificações fisiológicas da gestação alteram as necessidades do organismo materno e tornam mais difícil a reanimação cardiopulmonar (FEBRASGO, 2021). Nesse caso, entre as orientações da American Heart Association (2020) para mulheres grávidas em PCR, está
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