Ao enviar um documento para a escola, o médico indica deficiência intelectual como diagnóstico, orienta que as atividades a ser oferecidas ao estudante Gabriel de 12 anos, devem contemplar repetições e “o mais concretas possíveis”. Além disso, o médico escreve que “o estudante precisa de muito treino para minimamente aprender a escrever o nome e adquirir noções matemáticas”.
Esta situação não é rara nos processos de escolarização de estudantes público alvo da educação especial, depreciando as possibilidades de aprendizagem e atribuindo limitações ao estudante.
Assinale a alternativa que contém o conceito cunhado por Goffman, citado por Brasil (2007) que permite classificar essa depreciação.