Paulo Amarante, no livro Loucos pela Vida, adere à orientação proposta por Birman e Costa de que a psiquiatria clássica vem desenvolvendo uma crise teórica e prática. Amarante, ao abordar a história recente da psiquiatria, compreende que enquanto muitos modelos procuraram reformar o manicômio e resgatar seu suposto caráter positivo (terapêutico), dois modelos operaram uma ruptura e desconstrução do aparato psiquiátrico.
Essas verdadeiras revoluções no saber fazer da saúde mental foram a