A (re)configuração dos direitos da seguridade social, a partir da década de 1990, em uma perspectiva econômica neoliberal, enfatiza o mercado via planos privados de saúde e transfere as responsabilidades para a sociedade, sob a justificativa do voluntariado, da solidariedade e da cooperação.
Esse cenário configura-se, portanto, como o verdadeiro retrocesso que Yazbek (1993; 2000) denomina como: