Paciente do sexo feminino, 63 anos de idade, há cinco anos foi diagnosticada com neoplasia maligna no pulmão. Realizou tratamento, entretanto, a doença evoluiu para outras regiões do corpo, não podendo mais ser controlada. Desenganada pela equipe médica, a paciente tem alta hospitalar e permanece sob tratamento paliativo em casa onde recebe constantemente a visita do Médico da Família e Comunidade, da Unidade Básica de Saúde (UBS) da sua região. Naquela manhã, uma sobrinha da paciente comparece à UBS, informando que a tia faleceu em casa, de madrugada.
Na situação descrita, o médico deverá