O modelo clássico da Transição Demográfica,
elaborado com base na experiência europeia,
pressupõe que a queda da mortalidade antecede
a queda da fecundidade. Pesquisas
contemporâneas, entretanto, apontam fenômenos
como transições truncadas e padrões reentrantes
de fecundidade, desafiando sua universalidade.
Com base nesse contexto, é possível afirmar que: