Com relação à avaliação clínica da disfagia orofaríngea infantil à beira de leito, é correto afirmar que:
a avaliação da sucção não nutritiva (snn) deve ser utilizada como estratégia terapêutica e não como avaliação clínica funcional
na vigência de via de alimentação e de traqueostomia, deve ser suspensa a avaliação da deglutição de crianças acima de 1 ano de idade
a avaliação da qualidade vocal antes e após a oferta da prova alimentar não é uma estratégia utilizada para análise de penetração
na ausculta cervical é importante atentar-se aos ciclos de sucção, respiração e deglutição e à mudança do som respiratório após a deglutição
havendo tosse no momento da oferta alimentar, o fonoaudiólogo deve suspeitar de alteração na sensibilidade laríngea para a deglutição
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