“Existem tantos gêneros quantas forem as situações de interação social, o que significa dizer que há infinitos gêneros. Telefonemas, cartas comerciais, bulas de remédio, romances, poemas são alguns exemplos. Há gêneros que já desapareceram, como o telex, outros que estão desaparecendo, como o telegrama, e outros que surgiram recentemente, como o e-mail. (...)
Cada gênero tem suas próprias regras e convenções. Num e-mail, temos de preencher o campo de assunto; em um telefonema, mesmo quando estamos apenas ouvindo, temos de enviar, frequentemente, sinais vocais como ahã, hã, é etc., para sinalizar ao nosso interlocutor que estamos atentos do outro lado da linha.”
(A. S. Abreu, O design da escrita.)
“Os tipos textuais são classificados em apenas quatro: narração, argumentação, descrição e injunção. Na narração, contamos um evento, na argumentação, defendemos uma idéia. Na descrição, tentamos passar ao nosso interlocutor um cenário, uma paisagem. Numa injunção, damos uma ordem, fazemos um pedido, estabelecemos condições.”
(A. S. Abreu, O design da escrita.)
Pela leitura do texto, inferem-se como exemplos de injunção:
I. uma oração religiosa;
II. um aviso proibindo tirar fotos;
III. uma sentença proferida por um juiz;
IV. uma ordem de pagamento.
II. um aviso proibindo tirar fotos;
III. uma sentença proferida por um juiz;
IV. uma ordem de pagamento.
São efetivamente injunções:
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Professor da Educação Básica - EJA/Português
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