A microscopia de fluorescência utiliza as propriedades fluorescentes de algumas moléculas quando expostas a uma fonte de luz potente; a mais comumente usada é a luz ultravioleta (UV). Essas moléculas absorvem a luz em um comprimento de onda e as emitem em um comprimento de onda mais longo, com menos energia. Isso permite montar uma sequência de filtros e espelho dicroico (difusor de feixes) que permitirão passar somente o comprimento de onda desejado. O espectro de luz visível compreende comprimentos de onda de 400nm (extremo violeta) até cerca de 700nm (extremo vermelho). A proteína fluorescente verde (GFP) tem sido largamente utilizada em laboratórios de biociências e seu espectro de emissão de luz está em torno de 509nm. Considerando que um pesquisador precisa analisar uma amostra de tecido marcada com GFP, o tecnólogo irá aconselhá-lo da seguinte maneira, sendo (1) o primeiro filtro, (2) o espelho dicroico e (3) o segundo filtro, respectivamente:
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