Na obra “A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema”, de Maria Teresa Eglér Mantoan, os problemas suscitados pela inclusão de deficientes mentais podem ser reunidos num conjunto de respostas pedagógicas buscadas para desvendar essa competência, porque esses alunos têm o direito de viver desafios para desenvolver suas capacidades e de conquistar autonomia social e intelectual, decidindo, escolhendo, tomando iniciativas em função de suas necessidades e motivações. Dessa maneira, concluímos que
I. a inclusão escolar é incondicional e, portanto não admite qualquer forma de segregação, tendo como meta, não deixar nenhum aluno no exterior do ensino regular, desde o início da escolarização, questionando o papel do meio social no processo interativo de produção das incapacidades.
II. as políticas públicas de educação não são claras ao se referirem à integração dos alunos com deficiência mental no ensino regular e impedem uma ação mais decisiva diante da integração.
III. a formação de professores para a inclusão escolar de deficientes mentais não pode se restringir a fazê-los conscientes das potencialidades dos alunos, mas também de suas próprias condições para desenvolver o processo de ensino inclusivo.
IV. a adesão à inclusão, como uma possibilidade que se abre para o aperfeiçoamento da educação escolar e para o benefício de alunos com deficiência mental, depende também da disponibilidade interna, que não é comum a todos os professores.
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