No dia 27 de março de 2014, o jornal “O Estado de S. Paulo” publicou o resultado da pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) sobre a violência contra a mulher, cujos índices apontavam que a maioria dos brasileiros considerava que merecem ser atacadas as mulheres que usam roupas que revelam o corpo. Os resultados publicados repercutiram nas redes sociais, principalmente com fotos de mulheres com cartazes com os dizeres “Eu não mereço ser estuprada”. Em 4 de abril de 2014, o IPEA veio a público reconhecer que errara os dados, sendo 26% o índice de brasileiros que concordam, total ou parcialmente, com a afirmação “mulheres que usam roupas que mostram o corpos merecem ser atacadas”. Do ponto de vista da pragmática jornalística, é correto afirmar que: