Na Amazônia, o uso indiscriminado do mercúrio em garimpos é um potente risco à saúde pública. Considerando as alternativas podemos afirmar:
I. A biotransformação do mercúrio inorgânico em metilmercúrio representa um sério risco ambiental visto que ele se acumula na cadeia alimentar aquática por um fenômeno chamado bioamplificação, isto é, a concentração do metal aumenta à medida que ele avança nos níveis tróficos.
II. O mercúrio sob forma líquida é muito pouco absorvido pelo trato gastrointestinal. Portanto, ele não é considerado nocivo se ingerido em pequenos volumes. Por outro lado, seus vapores, quando inalados, podem facilmente atravessar a membrana alveolar até atingir a circulação sanguínea.
III. No sangue, fígado e rins, o mercúrio é oxidado à forma divalente (mercúrio iônico) pelo complexo chamado hidrogênio peróxido catalase.