Aebersold & Mann (2016) enfatizam que a
quantificação proteômica contemporânea requer
conciliar profundidade analítica, robustez estatística e
mitigação de artefatos experimentais, em um cenário no
qual estratégias de rotulagem isotópica, marcações
químicas multiplexadas e abordagens label-free
competem entre si em termos de sensibilidade,
abrangência e confiabilidade. Nesse quadro
metodológico que integra espectrometria de massas de
alta resolução e análise bioinformática de larga escala,
qual proposição sintetiza com maior rigor o potencial e
as limitações das principais metodologias empregadas
atualmente?