Segundo Moreira (In: Skliar, 2005), a sexualidade muitas
vezes é tratada a partir do enfoque biológico-funcional e
psicológico. O corpo do surdo é muitas vezes representado
e se institui como um “órgão patológico” e esse corpo
doente, deficiente, incapacitado, não deve ser pensado,
celebrado, antes da sua normalização. Nessa perspectiva,
a mulher surda
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