Texto I
Poema de circunstância
Onde estão os meus verdes?
Os meus azuis?
O arranha-Céu comeu!
E ainda falam nos mastodontes, nos brontossauros, nos
tiranossauros.
Que mais sei eu ...
Os verdadeiros monstros, os Papões, são eles, os arranhas-céus!
Daqui
Do fundo Das suas goelas.
Só vemos o céu, estreitamente, através de suas gargantas
ressecas.
Para que lhes serviu beberem tanta luz?!
Defronte
À janela onde trabalho
Há uma grande árvore ...
Mas já estão gestando um monstro de permeio!
Sim, uma grande árvore ...
Enquanto há verde,
Pastai, pastai, olhos meus...
Uma grande árvore muito verde ... Ah!
Todos os meus olhares são de adeus
Como o último olhar de um condenado!
QUINTANA, Mario. Antologia Poética.
Texto II

Disponível em: <http://www.photoshoptotal.com.br/> Acesso em: abril, 2014.
Analisando atentamente a leitura dos dois textos, poema e imagem, podemos considerar que
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Professor PEBTT - Português e Inglês/Área 06
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