Gonçalves (2016), no capítulo “sinais históricos da escolarização de pessoas surdas”, ressalta que a língua de sinais foi rejeitada pelo método oral puro, também denominado de oralismo, na história da educação de surdos na Europa, motivada por pensamentos clínicos-patológicos da surdez, advindo principalmente de educadores alemães. O educador Alemão que fundou a primeira escola para surdos, com o uso exclusivo de métodos oralistas foi: