As pessoas não são recursos que as organizações possam consumir ou utilizar, produzindo custos. Ao contrário, as pessoas constituem fator de competitividade, da mesma forma que o mercado e a tecnologia. Diante de um mundo fortemente competitivo, observa-se a tendência das organizações bem-sucedidas de não mais administrar recursos humanos, nem pessoas, mas sim administrar com as pessoas, tratando-as como agentes ativos e pró- ativos, dotados de inteligência, criatividade, habilidades mentais, e não apenas manuais, físicas, ou artesanais. A Administração de Pessoas deve ressaltar a administração com pessoas – como parceiros – e não sobre pessoas – como recursos. Ocorre que este paradigma só funciona em organizações que funcionem como um sistema aberto, caracterizado por:
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