Texto III
asda Acalanto
Dorme, que eu penso.
Cada qual assim navega
pelo mar imenso.
Estarás vendo. Eu estou cega.
Nem te vejo nem a mim.
No teu mar, talvez se chega.
Este não tem fim.
Dorme, que eu penso.
Que eu penso nesse navio
Clarividente em que vais.
Mensagens tristes lhe envio.
Pensamentos ... nada mais.
aasdasdaddas(Cecília Meileres)
Ao analisar os versos "Cada qual assim navega/ pelo mar imenso.", conclui-se que o segundo apresenta um valor adverbial de:
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