Durante a pandemia de COVID-19, diversos serviços de telessaúde foram implementados no Brasil. Sobre o tema, o benefício estratégico de maior relevância observado em termos de medicina preventiva e acesso equitativo foi:
Redução absoluta da necessidade de exames laboratoriais, substituídos por avaliação clínica remota.
Eliminação da demanda por serviços presenciais, tornando obsoletas as unidades básicas de saúde.
Restrição do atendimento remoto apenas a pacientes jovens e sem comorbidades, para evitar sobrecarga do sistema.
Ampliação do acesso a consultas especializadas em regiões remotas, favorecendo rastreamento e acompanhamento de doenças crônicas.
Substituição integral da atenção primária por plataformas digitais, sem necessidade de profissionais de saúde locais.
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