Leia os versos de Bocage.
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como são cadentes!
Olha o Tejo, a sorrir-se! Olha, não sentes
Os Zéfiros brincar por entre as flores?
Que bem que soam, como são cadentes!
Olha o Tejo, a sorrir-se! Olha, não sentes
Os Zéfiros brincar por entre as flores?
Nos versos, são flagrantes