Há que se destacar que, na interface com a educação, os treinamentos têm sido reconhecidos prioritariamente como objeto de investigação pela Pedagogia Organizacional (Holtz, 2006; Ribeiro, 2006), campo interessado em compreender os processos de ensino, aprendizagem e de apropriação de conhecimentos nos diferentes contextos organizacionais. Mesmo sendo uma área recente que se apresenta em constante diálogo com a psicologia e agregando saberes à prática institucional – amparados em autores tipicamente vinculados à educação, como Perrenoud (2000) –reconhecemos neste estudo treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) também como um processo clássico da psicologia organizacional e do trabalho. Nesse sentido, tratamos dos treinamentos como um objeto de interface, não priorizando um campo em detrimento do outro, mas nos situando a partir do modo como foram se constituindo na história da POT.
(Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/.)
Um dos modelos consolidados para avaliação de programas de treinamento é o modelo dos quatro níveis que avalia as “reações”; o “aprendizado”; o “comportamento”; e, os “resultados” do treinamento. Considerando o primeiro nível, infere-se que: