Segundo Calvet (2007), o crescimento das questões étnicas, regionais, de fronteira e culturais tornou visível o fato de que o Brasil é constituído por centenas de comunidades linguísticas diferentes, fazendo emergir o conceito de “línguas brasileiras”: línguas faladas por comunidades de cidadãos brasileiros, independentemente de serem línguas indígenas ou de imigração, línguas de sinais ou línguas faladas por grupos quilombolas. No mesmo sentido, Ferreira Brito (1984, 1993) se referia à Libras como a “língua de sinais dos centros urbanos brasileiros”. Desse modo, é CORRETO afirmar que: