Paciente de 36 anos, sexo feminino, diabética, chega ao pronto-socorro com queixa de cefaleia de início súbito, intensa, iniciada há 6 horas, sem melhora com medicação analgésica habitual. No exame físico, apresenta Escala de Coma de Glasgow (ECG) = 15, rigidez de nuca moderada e ausência de déficit motor localizado.
Foi realizada tomografia computadorizada de crânio que evidencia imagem compatível com hemorragia no espaço subaracnóideo > 1 mm e hemorragia intraventricular associada.
Considerando as escalas de Hunt-Hess e Fischer, é correto classificar a paciente acima como: