Magna Concursos
2641159 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: BASA

espécies

sobrevivência
(%)

densidade
da madeira
(g/cm3)

Jacaranda copaia (pará-pará)

80

0,38 – 0,40

Bertholletia excelsa (castanheira)

80

0,70 – 0,75

Dipterix odorata (cumaru)

92

0,91 – 1,00

Bagassa guianensis (tatajuba)

100

0,75 – 0,85

Carapa guianensis (andiroba)

76

0,70 – 0,75

Goupia glabra (cupiúba)

48

0,80 – 0,90

Enunciado 3222417-1

H. Tonini, M. M. C. Oliveira Junior e D. Schwengber. Crescimento de espécies
nativas da Amazônia submetidas ao plantio no estado de Roraima. In: Ciência
Florestal, Santa Maria, v. 18, n.o 2, p. 151-8, 2008 (com adaptações).

Na tabela e nas figuras 1 e 2 acima, apresentam-se resultados de um trabalho realizado no estado de Roraima com o objetivo de analisar o crescimento, em altura e diâmetro de espécies nativas, em um ensaio preliminar em área de floresta durante nove anos, onde foram plantadas trinta árvores de cada espécie. Acerca desses resultados e dos fenômenos que envolvem o crescimento de árvores, julgue o item a seguir.

As espécies em questão, aos dois anos de idade, dividem-se em dois grupos, com relação ao crescimento em altura: um composto pelas espécies pará-pará, tatajuba e cumaru, e outro grupo composto pelas espécies cupiúba, andiroba e castanheira. Nesses grupos, a diferença de altura entre a espécie de maior altura e a de menor altura passa de um valor em torno 2,5 m aos dois anos de idade para um valor acima de 5 m, aos nove anos de idade entre espécies de maior e menor altura.

 

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