Para acomodar o útero em expansão, e em decorrência das influências hormonais da gravidez, a linha alba se torna alongada e amolecida. Isso coloca os músculos abdominais em desvantagem, e geralmente os músculos retos do abdome se separam da linha alba de união. Se não ocorreu durante a gravidez, a diástase do reto do abdome pode se desenvolver durante o segundo estágio do trabalho de parto, particularmente se a mãe prender demais a respiração ao fazer força para empurrar. Consequentemente, a parede abdominal deve ser examinada para verificar se houve diástase do reto do abdome no pósparto. Com relação ao exame, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A mulher deita em decúbito lateral com os joelhos flexionados.
( ) Ela levanta a cabeça e ombros até o pescoço se afasta cerca de 20 cm do solo, o queixo deve estar próximo ao peito e os braços alongados para frente.
( ) O terapeuta deve checar a presença de abaulamento na área abdominal central, que é evidente quando os músculos se juntam.
( ) O número de dedos que o terapeuta conseguir colocar verticalmente dentro da lacuna na altura do umbigo, 5 cm acima e 5 cm abaixo, define a quantidade de separação entre os músculos retos do abdome estirados.