Na sexta-feira passada, Dia Internacional da Mulher, as homenagens e atos foram sendo notificados em modo quase contínuo,(a) com sua maré crescente de auto congraçamentos, cobranças relevantes, pronunciamentos edificantes. No fundo, o 8 de março lembra um pouco os fogos de artifício em cascata que celebram o Ano Novo:(b) uma onda contínua que começa lá pelas bandas da Nova Zelândia, no extremo Leste do mundo, e seguindo o fuso horário de festejos completa sua rota no Oeste californiano.
Também houve silêncios notáveis, ou referências inadequadas,(c) tudo computado e compartilhado em tempo real pelas redes sociais. E houve sobretudo a imensa massa dos que têm a vida para tocar e precisam tocá-la à margem da história. Em meio a esse mundaréu cabe refletir um pouco sobre a mensagem utilitário-subliminar da guru japonesa Marie Kondo.(d)
Autora do fenômeno global "A mágica da arrumação do lar" (Sextante), que desde 2014 é consumido aos milhares em mais de 30 países, Kondo, no primeiro dia de 2019, também estreou seu método de organização doméstica no Netflix - e com igual estrondo.
Os oito episódios dessa primeira temporada repetem à exaustão a fórmula que a consagrou.
Capitã Marvel de casas em desalinho, ela atende a chamados com uma solução eficaz para devolver ordem e paz a famílias: basta aprender a arrumar e a descartar.
(Adaptado de oglobo.globo.com/cultural,10/03/2019)
Há presença de oração na voz passiva no seguinte trecho abaixo:
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