Magna Concursos
3738579 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Japaratinga-AL
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como a primeira bactéria que encontramos na nossa vida pode nos manter saudáveis


As primeiras bactérias que nosso corpo encontra — nas horas seguintes ao nascimento — podem nos proteger de infecções perigosas, de acordo com cientistas do Reino Unido.


Eles demonstraram, pela primeira vez, que bactérias boas parecem reduzir pela metade o risco de crianças pequenas serem internadas com infecções pulmonares.


Os pesquisadores disseram que esta foi uma descoberta "fenomenal" — e que podem levar a terapias que estimulem bactérias boas em bebês.


Acredita-se que nossos primeiros encontros com micróbios sejam cruciais para o desenvolvimento do nosso sistema imunológico.

Saímos do útero estéreis, mas isso não dura muito tempo. Todos os cantos e recantos do corpo humano se tornam lar para um mundo de vida microbiana, conhecido como microbioma.


Pesquisadores da University College London (UCL) e do Sanger Institute, no Reino Unido, investigaram os primeiros estágios de colonização do nosso corpo por bactérias, fungos e muito mais.

Eles coletaram amostras de fezes de 1.082 recém-nascidos na primeira semana de vida. Em seguida, a equipe realizou uma análise genética completa de todo o DNA das amostras para descobrir exatamente quais espécies estavam presentes, e quão comuns elas eram em cada criança.

Em seguida, eles acompanharam o que aconteceu com esses bebês, usando dados hospitalares, durante os dois anos seguintes.

Um dos primeiros habitantes do corpo humano em particular, a Bifidobacterium longum, parecia ter um efeito protetor.

Apenas 4% dos bebês com esta espécie passariam uma noite no hospital com infecção pulmonar nos dois anos seguintes. Os bebês com bactérias iniciais diferentes tinham de duas a três vezes mais chance de precisar ficar internados.

Estes são os primeiros dados que mostram que a formação do microbioma afeta o risco de infecção.

"Acho que é realmente fenomenal. É incrível poder mostrar isso. Estou animado", disse Nigel Field, professor da UCL, à BBC.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c20n2d3zq16ofragmento - adaptado

Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como os que se encontram fora do contexto, julgue as assertivas a seguir:

I.O vocábulo 'útero' é acentuado por ser uma proparoxítona, havendo, nesse caso, apenas uma forma de pronúncia. No entanto, alguns vocábulos, mesmo na língua culta, apresentam oscilação de pronúncia, como ocorre em: crisântemo ou crisantemo e ortoépia ou ortoepia.

II.O vocábulo 'saímos' segue a regra de acentuação dos vocábulos que formam hiato com 'i' e 'u' tônicos. Mesma regra que se aplica aos vocábulos acentuados em: Alguns juízes consideram irrelevantes as crenças baseadas no zodíaco ao analisarem seus processos.

III.A forma 'para' preposição não sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico, diferentemente de 'para' verbo, que, antes acentuado, agora não possui acento.

IV.O vocábulo 'microbioma' não leva hífen, pois o primeiro elemento termina com vogal, mas o segundo começa com a consoante 'b', neste caso não deve ocorrer hífen. Também são exemplos de palavras que não possuem hífen os vocábulos: aeroespacial, contraindicação, minirreforma.

V.O vocábulo 'estéreis' é acentuado por ser uma paroxítona terminada em 'eis'. A mesma regra aplica-se aos vocábulos: hóquei e sorrísseis, pois apresentam a mesma classificação tônica e as terminações 'ei' e 'eis'. É correto o que se afirma em:

 

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