Cerca de um terço dos pacientes que sofrem de trombose venosa profunda (DVT) ou embolia pulmonar (PE) têm um fator de risco hereditário identificável: deficiências raras de antitrombina, proteína C ou proteína S ou mutações mais comuns que afetam o fator V (fator V Leiden) ou a protrombina. O trombo normalmente se forma por: lentidão do fluxo sanguíneo; hipercoagulabilidade sanguínea; ou dano à parede vascular. Deve-se suspeitar de DVT em pacientes com um membro inchado e doloroso. É mais comum em pacientes com DVT prévia, com câncer ou confinados ao leito. No membro inferior, tumefação ou dor unilateral, na coxa ou na panturrilha, edema notado por fóvea à pressão digital e presença de veias colaterais superficiais não varicosas na perna são sinais importantes. Qual é o exame laboratorial, realizado no plasma, mais utilizado para esse tipo de diagnóstico e que se refere ao produto da degradação da fibrina pela plasmina?
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